O PODER NAS ORGANIZAÇÕES
Um ponto que me fez repensar sobre as diversas formas de poder foi a polaridade no ambiente organizacional que pode ir desde a autocracia coercitiva à democracia participativa.
Após as definições e características sobre poder, cabe analisar a “evolução” das práticas administrativas ligadas ao poder.
A gestão tradicional autocrática coercitiva é a forma de “governo” imposta, que concentra as decisões nas mãos dos chefes, que impõe seu poder através de uma gestão do medo. Por outro lado, a gestão fundamentada na democracia participativa é a gestão do dialogo, das sugestões, da pro atividade e comprometimento dos colaboradores.
UMA ANÁLISE DA DINÂMICA DO PODER E DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NO ESPAÇO ORGANIZACIONAL
Neste artigo, podemos perceber que as relações de poder no espaço organizacional têm-se articulado de forma a atenderem a essa necessidade por diversificação e inovação, e o que se percebe é uma transformação no quadro de perpetuação da dominação masculina sobre o feminino nas organizações.
Essa transformação envolve, principalmente, a auto-regulação feminina no trabalho, no que diz respeito à criação de mecanismos de adaptação e de aproveitamento de suas potencialidades. Envolve, também, a maior aceitação e reconhecimento do trabalho feminino por parte dos homens.
ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO
O assédio moral, no ambiente de trabalho, é tão antigo quanto o trabalho mas é um fenômeno que tem vindo a agravar-se nos últimos anos.
Este agravamento deve-se à globalização e às políticas neoliberais. Assim, as organizações, para sobreviverem no mercado, apostam numa maior competitividade, produtividade e eficiência descurando as políticas de gestão e organização funcional e direcional. Este conjunto de fatores leva à degradação das condições de trabalho gerando um mau ambiente que cria um maior nível de conflitos, dentro das organizações, o que proporciona o assédio moral.
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