quarta-feira, 24 de novembro de 2010

POSTAGENS REFERENTE A AULA 7

SOFRIMENTO PSÍQUICO NO TRABALHO CONTEMPORÂNEO:

O presente artigo traz um estudo de uma revista sobre o impacto que a globalização na organização do trabalho, as exigências crescentes de maior qualificação profissional, a competitividade, a precarização do emprego e a ameaça constante da diminuição dos postos de trabalho têm causado os mais diversos efeitos sobre a saúde mental dos trabalhadores.

Nas organizações de trabalho, diante das transformações ocorridas, emerge um incremento de doenças cardiorrespiratórias, estresse, insônia, alterações de humor, dentre outras. Muitos executivos, entretanto, buscam ajuda apenas em situações extremas, quando os resultados obtidos não mais correspondem aos resultados previstos.

PSICOPATOLOGIA NO TRABALHO:

Neste artigo fica provado que grande parte das doenças psíquicas, principalmente a depressão, diagnosticadas nos seres humanos possuem uma relação com o trabalho e também compartilham uma outra vinculação - a relação com a violência. Às vezes uma violência evidente que passa pela ameaça e pela humilhação ou que se materializa em condições ambientais de trabalho que atacam a dignidade humana. Outras vezes, uma violência sutil - violência psicológica que se infiltra nas mentes através da imposição dos discursos e da repreensão violenta dos trabalhadores.

POSTAGENS REFERENTE A AULA 6

O PODER NAS ORGANIZAÇÕES

Um ponto que me fez repensar sobre as diversas formas de poder foi a polaridade no ambiente organizacional que pode ir desde a autocracia coercitiva à democracia participativa.

Após as definições e características sobre poder, cabe analisar a “evolução” das práticas administrativas ligadas ao poder.

A gestão tradicional autocrática coercitiva é a forma de “governo” imposta, que concentra as decisões nas mãos dos chefes, que impõe seu poder através de uma gestão do medo. Por outro lado, a gestão fundamentada na democracia participativa é a gestão do dialogo, das sugestões, da pro atividade e comprometimento dos colaboradores.

UMA ANÁLISE DA DINÂMICA DO PODER E DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NO ESPAÇO ORGANIZACIONAL

Neste artigo, podemos perceber que as relações de poder no espaço organizacional têm-se articulado de forma a atenderem a essa necessidade por diversificação e inovação, e o que se percebe é uma transformação no quadro de perpetuação da dominação masculina sobre o feminino nas organizações.

Essa transformação envolve, principalmente, a auto-regulação feminina no trabalho, no que diz respeito à criação de mecanismos de adaptação e de aproveitamento de suas potencialidades. Envolve, também, a maior aceitação e reconhecimento do trabalho feminino por parte dos homens.

ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO


O assédio moral, no ambiente de trabalho, é tão antigo quanto o trabalho mas é um fenômeno que tem vindo a agravar-se nos últimos anos.

Este agravamento deve-se à globalização e às políticas neoliberais. Assim, as organizações, para sobreviverem no mercado, apostam numa maior competitividade, produtividade e eficiência descurando as políticas de gestão e organização funcional e direcional. Este conjunto de fatores leva à degradação das condições de trabalho gerando um mau ambiente que cria um maior nível de conflitos, dentro das organizações, o que proporciona o assédio moral.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

POSTAGENS REFERENTE A AULA 5

Grupos

Este artigo traz as diversas vantagens de pertencer a um grupo, suas características estruturais, como papeis do grupo e normas do grupo. Aborda ainda aspectos referentes a tomada de decisão em grupo.


BREVE DESCRIÇÃO SOBRE PROCESSOS GRUPAIS

Este artigo nos mostra que desde o nosso nascimento já passamos a fazer parte de um grupo, pois quando nascemos pertencemos ao grupo familiar, quando começamos a estudar passamos a fazer parte de um grupo de alunos, quando começamos a freqüentar bares e festas passamos a fazer parte de um grupo social, quando casamos passamos a fazer parte de um novo grupo familiar e matrimonial e assim vamos nos tornando cada vez mais membros de novos grupos ao longo de nossas vidas.

Conflito e negociação

O conflito pode ser conceituado como um processo que tem início quando uma das partes percebe que a outra parte afeta, ou pode afetar, negativamente alguma coisa que a primeira considera importante. Essa é uma conceituação abrangente que envolve diversas interações conflituosas experimentadas no contexto organizacional tais como diferenças de interpretação dos fatos, desacordos baseados em expectativas de comportamento, incompatibilidade de objetivos envolvendo desde comportamentos explícitos até comportamentos encobertos e sutis.
Os conflitos podem ser funcionais quando resultam em melhoria do desempenho do grupo ou disfuncionais quando atrapalham o seu desempenho. Os conflitos são funcionais quando estimulam a criatividade e a inovação, encorajam o interesse e a curiosidade, aumentam a qualidade das decisões, liberam as tensões e fomentam um ambiente de mudança. Nesse caso, o conflito por desafiar o status quo, estimula a criação de novas idéias, reavalia metas. Os conflitos disfuncionais são potencialmente desequilibradores e destrutivos. Afetam a coesão podendo levar os grupos a sua dissolução.

GESTÃO DE CONFLITOS

Um dos motivos da geração de conflitos em empresas pode estar baseado no fato da diversidade cultural dos indivíduos envolvidos. Segundo Megginson, Mosley e Jr (1986, p. 471-472), são eles:
1) etnocentrismo: ocorre quando uma pessoa, de uma determinada cultura, recorre a seus próprios valores culturais como parâmetro para resolver algum problema num ambiente cujos padrões culturais sejam distintos do seu;
2) uso impróprio de práticas gerenciais: ocorre quando se aplica uma determinada prática gerencial numa cultura, levando-se em conta apenas sua eficiência e eficácia, contudo, em outra;
3) percepções diferentes: ocorre quando, pelo fato de cada cultura possuir um conjunto de valores como referência, pessoas de diferentes culturas apresentarem valores e entendimentos distintos;
4) comunicação errônea: acontece quando diferenças culturais como idioma, costumes, sentimentos geram uma comunicação equivocada.

POSTAGENS REFERENTE A AULA 4

Ninguém falaria muito em sociedade se elas soubessem o tanto que são incompreendidas pelos outros

Neste artigo fica evidenciado que a comunicação é a principal arma de um líder, pois sem ela e impossível manter a motivação de seus liderados, pois como diz o velho ditado quem não se comunica se trumbica.
Existem alguns fatores que podem influenciar na comunicação efetiva, dessa forma o emissor deve estar atento a estes fatores.


O estudo da Subjetividade


Através deste artigo podemos entender que considerar a subjetividade significa perceber que as ações e interações das pessoas são permeadas por características pessoais, culturais e socialmente construídas; a participação ativa e singular de cada indivíduo no processo de produção depende não somente de sua capacidade e sensibilidade comunicativa, mas também de uma compreensão recíproca das situações organizacionais.


Gerenciamento de Impressões e Liderança Carismática: relações e possibilidades para estudos em empresas de hospitalidade

Neste artigo o autor procura mostrar como os lideres se valem do gerenciamento de impressão para cativar seus liderados utilizando-se de estratégias, que os tornam mais carismáticos, a fim de criar, manter e divulgar imagens que endossem o papel de liderança a ser representado.

LIDERANÇA E COACHING


O líder, incentiva, comunica e motiva as pessoas para uma performance mais eficaz, estando sempre voltado para a atividade da equipe e os objetivos previamente definidos. Já o coach ultrapassa todos estes aspectos e inclui um processo democrático, constante de descobrir competências, desenvolver habilidades, preparar intelectualmente, orientar, incentivar, comunicar e motivar. O coach fica junto da pessoa até o momento em que ela consegue atingir o resultado esperado ou chegar até o ponto que se propôs a chegar. Uma missão quer somente termina quando o objetivo é alcançado. O coach procura dar apoio e condições para que as intenções da pessoa se transformem em ações efetivas e que se traduzam em resultados.

Subjetividade e comunicação nas relações de trabalho: contribuição aos estudos interpretativos da comunicação organizacional no Brasil

Neste artigo podemos perceber que a subjetividade de cada um influencia e muito nas tarefas a serem desempenhadas. Essa influencia é dada devido aos conhecimentos e experiências vivenciadas pelo trabalhador.

POSTAGENS REFERENTE A AULA 3

A TEORIA ATRIBUCIONAL: (RE)CONCEITUANDO A MOTIVAÇÃO

NA APRENDIZAGEM

Para Weiner, há três fontes de afeto referidas ao êxito ou fracasso:

Primeiro, está o bom ou mau sentimento básico que depende se o resultado foi favorável ou desfavorável. Weiner diz além disso que estas emoções básicas são as mais fortes e se relacionam diretamente com o resultado obtido; não estão mediatizadas pela atribuição causal que se fez.

Segundo, estão as reações específicas (como surpresa), geradas pela sorte e a confiança de atribuições de habilidade associadas com a atribuição causal.

Por fim, temos a mediação da dimensão de internalidade sobre sentimentos associados com a auto-estima.


MOTIVAÇÃO

Neste Artigo o que nos deixa de mensagem é que para se conseguir uma verdadeira motivação dos trabalhadores é preciso estar atento às necessidades mais intrínsecas dos seres humanos. É necessário conhecer um pouco da psicologia no que diz respeito a motivação dos seres humanos, pois é através dela que poderemos desenvolver uma estratégia de motivação sem induzir os trabalhadores a se sentirem motivados através de variações extrínsecas.


Motivação - Conceito e Teorias

No artigo motivação, conceito e teorias, nos mostra varias teorias que podem ou não ser motivadoras em uma organização, mas a que mais me chamou a atenção foi a teoria da equidade pois a poucos meses atrás no local onde eu trabalho, foi proposto uma reforma no regime jurídico dos funcionários, foi montado uma comissão com representantes de várias classes funcionais onde eu também fazia parte e uma das reivindicações propostas tinha muito a ver com esta teoria, pois devido a defasagem salarial dos funcionários, aqueles que são concursados com um nível de escolaridade menor, estão ganhando menos que salário mínimo e como segundo a nossa Constituição “ninguém pode ter uma remuneração salarial abaixo que um salário mínimo”, estes servidores recebem um complemento de salário, e a proposta de alguns membros da comissão era que todos os servidores que estivessem com suas remunerações abaixo do salário mínimo, fossem elevados de nível para que não fosse mais preciso receber este complemento de salário. Eu fui terminantemente contra a essa proposta, pois a defasagem salarial é a mesma para todos e se essa proposta fosse aceita. Dentro de alguns anos todos os servidores públicos estariam ganhando o mesmo salário, afinal as prefeituras não dão aumento de salário aos seus servidores de acordo com o aumento dado pelo governo ao salário mínimo e sim apenas uma reposição salarial a cada ano. Se essa proposta fosse aceita seria desmotivador para os funcionários que possuem um grau de escolaridade maior, que fizeram um concurso com um nível de dificuldade mais elevado para desempenhar funções mais burocráticas e ganhar salários cada vez menores, minha contrariedade quanto à proposta não era para desmerecer a qualidade do trabalho de alguns trabalhadores e sim como forma de pressionar as autoridades a achar outra forma de dar um aumento de salário a todos os funcionários de maneira igualitária.